O morador de Suzano Caio Wilton Costa, de 28 anos, morreu no domingo (25), após passar cinco dias internado em estado gravíssimo. Ele trabalhava em uma concessionária de veículos na Zona Leste de São Paulo e caiu de uma altura de cerca de 6 metros após ser empurrado por um colega, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).

O velório de Caio acontece nesta terça-feira (27), a partir das 11h30, na Funerária Santo Edhem, em Poá. O enterro está previsto para as 17h, no Cemitério da Paz, também em Poá.

O caso aconteceu na terça-feira (20), na Rua Almirante Brasil, na capital paulista. De acordo com a SSP, os dois discutiram por causa da movimentação de veículos no local. Durante a discussão, Caio atravessou uma parede de drywall e caiu de uma altura de cerca de 6 metros.

A vítima foi socorrida e levada ao Hospital das Clínicas, onde permaneceu internada até a morte.

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O suspeito, de 47 anos, foi preso em flagrante. Segundo a SSP, o caso foi registrado como lesão corporal de natureza grave no 8º Distrito Policial (Brás). O g1 questionou a SSP se houve alteração da tipificação do caso após a morte, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

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O que diz a defesa do suspeito?

Em nota, o advogado Genecarlos Alencar afirmou que José Wilson está abalado com o caso, demonstra arrependimento e lamenta as consequências sofridas pelo colega, a quem descreveu como amigo.

A defesa declarou que o suspeito não teve a intenção de provocar o resultado e que permanece à disposição da Justiça. Segundo o advogado, a liberdade provisória concedida após a audiência de custódia não representa absolvição, e as circunstâncias do caso devem ser esclarecidas durante a investigação.

A nota também afirma que José Wilson tem trabalho e residência fixos e não possui histórico de envolvimento com a Justiça ou de conflitos dessa natureza, segundo a defesa.

O g1 procurou o Hospital das Clínicas, onde Caio ficou internado, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem