“O mais importante é que o CAS autorizou a escalação. Em relação ao que vier a ser decidido daqui para frente, estamos seguros de que não corremos o risco de ficar fora da final” , afirmou o dirigente.
A consulta jurídica antes do recurso
Verón revelou que a diretoria do Estudiantes procurou o advogado Ariel Reck antes de qualquer movimentação no tribunal, justamente para entender os limites do procedimento e avaliar os riscos. Segundo o presidente, a decisão de recorrer ao CAS só foi tomada após o clube receber um parecer favorável.
“Se tivéssemos recebido a orientação de que isso não era permitido, não teríamos feito a apresentação” , explicou Verón, deixando claro que o clube agiu com base em respaldo jurídico.
O que o CAS decidiu — e o que ainda falta
A autorização provisória concedida pelo tribunal permitiu que Rojo ficasse à disposição para a partida contra o Flamengo na semifinal. Agora, o Estudiantes aguarda a decisão definitiva do CAS, cujo prazo ainda é incerto.
“Depois disso, veio a liberação do Marcos. Agora, esperamos a decisão definitiva do CAS” , disse Verón, admitindo não saber se o julgamento ocorrerá antes ou depois da final.
O contexto da disputa com o Flamengo
O caso surgiu após o Flamengo questionar a regularidade da inscrição de Rojo na Libertadores. O clube carioca apresentou reclamação à CONMEBOL, que recusou o pedido em duas ocasiões antes de o Estudiantes levar o caso ao CAS — que então concedeu a autorização provisória. O Flamengo sustenta que a inscrição do zagueiro viola o regulamento da competição; o Estudiantes, com base na decisão do tribunal, mantém que agiu dentro das regras.
Ficha técnica — Final da Libertadores 2026
Jogo: Palmeiras x Estudiantes
Data: 28 de novembro de 2026
Local: Estádio Centenário, Montevidéu (Uruguai)

