Na sexta-feira, no entanto, o dado estava positivo em R$ 16,2 bilhões. Já dois dias antes, na quarta-feira, 21, o fluxo era positivo em R$ 20,2, o que mostra que apenas em dois pregões da semana passada o estrangeiro retirou cerca de R$ 4 bilhões da Bolsa.

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A tendência de fluxo estrangeiro mostra que, nos dias anteriores à eleição, a retirada já havia começado, indicando que o desmonte de posições que analistas consideram existente no pregão de segunda já acontecia nos dias anteriores.

R$ 10 bilhões em um dia

O dado mostra que a queda da Bolsa observada na segunda, com menos 13,3%, não foi motivada só pelo investidor estrangeiro. O desmonte de posições de capital externo aconteceu gradualmente nos últimos dias de pregões. O movimento não foi inverso, em um dia só, ao observado no primeiro turno.

Só no pregão em 5 de outubro, o fluxo estrangeiro ficou positivo em R$ 10 bilhões, mais do que todo o mês de setembro.

Até dia 2 de outubro, o capital estrangeiro já era positivo em R$ 2,5 bilhões e, após a sessão após o 1º turno, ficou em R$ 12,6 bilhões. O valor superava boa parte dos meses positivos que o índice teve em 2026, como julho (R$ 4,3 bilhões de entrada) e abril (R$ 3,2 bilhões).

Mesmo com a queda, por enquanto, outubro segue um dos meses de maior entrada de capital estrangeiro, perdendo apenas para janeiro, com R$ 26,4 bilhões, e fevereiro, com R$ 15,3 bilhões.

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