Em declarações recentes à People , enquanto divulgava o filme-documentário da banda, Unshatter , a cantora relembrou o peso de entrar para um grupo icônico tendo que suceder o vocalista original, Chester Bennington , falecido em 2017.

Emily confessou que lidou com momentos de autocrítica e dúvidas sobre a própria capacidade artística. Ela afirmou (via Metal Hammer ):

“No documentário ( Unshatter ), dá para ver momentos em que penso: ‘Será que eu sirvo para isso?’. Você acaba buscando motivos para acreditar que não é boa o suficiente, pensando: ‘Todo mundo conhece essas músicas’.”

A estratégia de Emily Armstrong

Para superar as barreiras da ansiedade, Armstrong encontrou uma estratégia: compreender que ela não estava ali para ocupar o lugar de ninguém, mas sim para somar com sua própria essência.

A cantora explicou, então, como decidiu encarar o desafio:

“Não tente ser como ninguém. Você não é uma substituta. Ninguém jamais poderia substituir o Chester. Faça o que você faz”.

“A única coisa que eu poderia tentar, em relação às músicas antigas, é causar o maior impacto emocional possível — porque, no fim das contas, é isso que se espera neste momento. É o que eu gostaria de sentir como ouvinte, como fã do Linkin Park . Eu gostaria de ter essa experiência emocional. Então pensei: ‘Ok. Acho que consigo fazer isso’.”

Com a entrada de Emily, o Linkin Park retomou as atividades, os shows, as turnês e gravou um novo disco de estúdio: From Zero (2024).

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