A informação foi divulgada pela coluna GENTE, da revista Veja , que teve acesso à decisão judicial. O despacho determina a expedição de mandado de penhora e avaliação da propriedade, após o andamento da cobrança judicial sem a quitação do débito.
A disputa judicial já se arrasta há meses. Em maio, a cobrança de IPTU atrasado sobre o imóvel já havia chegado à Justiça, com uma dívida de aproximadamente R$ 676 mil. Na ocasião, também foi noticiado um pedido de arresto da propriedade para garantir o pagamento.
A determinação representa um novo avanço na cobrança, mas não significa que a mansão será imediatamente levada a leilão. A efetivação da penhora e a avaliação do imóvel são etapas anteriores a uma eventual venda judicial para quitar a dívida.
A decisão também não implica perda imediata da propriedade. Renato Aragão ainda poderá adotar medidas judiciais para contestar a cobrança ou evitar uma eventual venda do imóvel.
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