Deles, 23 eram advogados. Os demais foram nove militares (o nono, definido como "reformado", Jair Bolsonaro ), um médico (Juscelino), um "jornalista" (Collor), um engenheiro (Itamar), um sociólogo (FHC), uma economista (Dilma) e um metalúrgico (Lula). O que tirar dessa lista? A perplexidade ao constatar que, apesar de 23 presidentes advogados, a República sofreu tantos golpes, tentativas, golpes abortados e golpes dentro de golpes. Não seria de se esperar que, com tanto saber jurídico, o poder se mantivesse estável?

Leia mais (10/29/2026 - 08h00)