“As movimentações teriam ocorrido ao longo de mais de dez meses. Durante a investigação, foram identificados indícios de que autoridades do Tribunal, entre elas o próprio presidente, o consultor jurídico e outros conselheiros, estariam se locupletando de valores milionários provenientes da instituição”, disse a PF.

Na investigação, a PF teve acesso a imagens de circuito interno, analisadas em conjunto com dados bancários.

Segundo os investigadores, essas imagens “registraram saques recorrentes de numerário por servidores e apontaram coincidências temporais entre determinados créditos e retiradas realizadas em posto de atendimento bancário localizado nas dependências da instituição”.