Ele declarou o pacote de medidas econômicas que está sendo gestado deve ser apresentado pelo ministro da Fazenda e pelo presidente da República oportunamente, e não quis antecipar propostas.

Leal negou, entretanto, que o governo já tenha uma decisão tomada sobre taxar os chamados "títulos isentos", como LCI e LCA, com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

"Até hoje, discussão de fato, para endereçar com alguma medida, não. Debater sobre o tema, sempre. Discussões com esferas superiores vem acontecendo, elas sempre acontecem sobre temas recorrentes, sendo mensurados os impactos. Discussão sempre vai ter sobre esse tema e outros. Mas a conotação de que o governo estuda tributar esses instrumentos com IOF, não há uma medida pronta para ser feita", declarou o secretário.

Agora no g1

Analistas avaliam que os déficits fiscais recorrentes registrados nos últimos anos pressionam os juros e, consequentemente, aumentam o custo da dívida pública.

Para reduzir essa pressão e conter o avanço do endividamento, defendem um ajuste mais forte nas contas do governo.

Entre os fatores que contribuíram para esse resultado, estão o aumento dos gastos do governo e o reconhecimento de dívidas de gestões anteriores, como os precatórios.

Tesouro diz que governo prepara pacote de medidas para Lula 4.