‘Entendemos que as chuvas perderão força a partir de janeiro, mas ​devem impactar o primeiro trimestre do ano que ​vem’, disse Cristiano Teixeira, em conferência com analistas após a publicação de resultados de terceiro ‌trimestre da Klabin ​na véspera.

A Klabin concentra suas plantações de madeira pinus no Paraná ⁠e ​segundo Teixeira, ​setembro foi marcado por 350 milímetros ⁠de chuvas nas ​áreas da empresa, seguido por um outubro com 400 ​milímetros e novembro sinaliza volume de chuva semelhante.

‘Operar ​três ⁠meses com média de 400 milímetros ⁠de chuva traz uma dificuldade operacional muito grande’, afirmou o presidente da Klabin.

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