# Antioxidantes: o que são e por que fazem parte da alimentação?

- Seção: Brasil
- Fonte: G1 (https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/maltta-nutrition/noticia/2026/10/29/antioxidantes-o-que-sao-e-por-que-fazem-parte-da-alimentacao.ghtml)
- Publicado em: 2026-10-29T19:07:20.000Z
- URL: https://www.itatiba1.com.br/noticia/1422669-antioxidantes-o-que-sao-e-por-que-fazem-parte-da-alimentacao

> Os antioxidantes estão presentes em diversos alimentos e também despertam interesse na suplementação nutricional. Entre os compostos estudados nesse contexto estão a vitamina C, conhecida por sua presença em frutas cítricas, e a…

A Maltta Nutrition conta com a astaxantina em cápsulas em seu portfólio, ampliando as possibilidades de suplementação para quem busca complementar os cuidados com a alimentação. Mas, antes de entender como esses compostos podem fazer parte de uma rotina nutricional, vale conhecer o que são os antioxidantes e por que eles são importantes para o funcionamento do organismo.

O que são antioxidantes e como eles atuam no organismo?

Os antioxidantes são substâncias que ajudam a proteger as células contra os efeitos de moléculas oxidantes, incluindo os chamados radicais livres. Essas moléculas são produzidas naturalmente durante diferentes processos do organismo, como a produção de energia.

Apesar de serem frequentemente associados a efeitos negativos, os radicais livres não são necessariamente prejudiciais. Em quantidades adequadas, participam de funções importantes, como a defesa contra microrganismos e a comunicação entre as células.

O problema pode surgir quando existe um excesso dessas moléculas em relação à capacidade de defesa do organismo. Esse desequilíbrio é conhecido como estresse oxidativo e pode afetar estruturas celulares, incluindo lipídios, proteínas e DNA.

É nesse contexto que os antioxidantes desempenham seu papel. Eles integram os mecanismos de defesa do organismo e ajudam a controlar as reações oxidativas, contribuindo para a manutenção do equilíbrio celular.

Por isso, falar sobre antioxidantes não significa simplesmente eliminar os radicais livres, mas compreender como o organismo mantém o equilíbrio entre a produção dessas moléculas e seus mecanismos de proteção.

Astaxantina: o que é esse antioxidante?

A astaxantina é um carotenoide, uma classe de pigmentos naturais que também inclui o betacaroteno. Ela é produzida principalmente por algumas microalgas e pode chegar a animais que se alimentam desses organismos, como salmão, truta, camarão e krill.

É esse pigmento que contribui para a coloração rosada ou avermelhada característica de alguns desses animais.

O interesse científico pela astaxantina está relacionado principalmente às suas propriedades antioxidantes e à maneira como interage com diferentes estruturas celulares. Suas características químicas fazem desse composto um tema de investigação em áreas como estresse oxidativo, saúde da pele, metabolismo e saúde cardiovascular.

A astaxantina também vem sendo estudada no contexto da atividade física, especialmente em pesquisas sobre marcadores relacionados ao estresse oxidativo, desempenho e recuperação após o exercício.

Essas investigações ajudam a ampliar o conhecimento sobre o composto, embora os resultados variem conforme o objetivo estudado e as características das pesquisas. Assim, é importante diferenciar o potencial investigado de benefícios já comprovados em seres humanos. Crianças, gestantes e lactantes devem buscar orientação profissional antes de iniciar a suplementação com astaxantina.

Como a astaxantina pode fazer parte da suplementação?

Para quem deseja conhecer outras possibilidades de complementar a rotina nutricional, a Maltta Nutrition oferece a Astaxantina em cápsulas, obtida a partir da microalga Haematococcus pluvialis.

O produto integra o portfólio da marca voltado à suplementação, com destaque para um carotenoide reconhecido por sua atividade antioxidante. Sua inclusão em uma estratégia nutricional deve considerar as necessidades individuais e as orientações de um profissional de saúde.

Vitamina C: muito além da ação antioxidante

Arquivo pessoal Maltta Nutrition/Divulgação.

A vitamina C, também chamada de ácido ascórbico, é um nutriente essencial que precisa ser obtido por meio da alimentação, já que o organismo humano não consegue produzi-la em quantidade suficiente.

Sua atuação vai além da proteção antioxidante. A vitamina C também participa da formação de colágeno, contribui para o funcionamento normal do sistema imunológico e favorece a absorção de ferro presente nos alimentos.

Entre suas principais fontes alimentares estão frutas cítricas, acerola, goiaba, kiwi, morango e vegetais como o pimentão.

Manter uma ingestão adequada desse nutriente é importante para atender às necessidades do organismo. Quando a alimentação não fornece quantidades suficientes ou existe uma necessidade específica, a suplementação pode ser uma grande aliada.

Astaxantina e vitamina C: como esses compostos se relacionam?

A astaxantina e a vitamina C despertam interesse quando o assunto é proteção antioxidante, mas apresentam características químicas diferentes.

A astaxantina é lipossolúvel, ou seja, tem afinidade com gorduras. A vitamina C, por sua vez, é hidrossolúvel, apresentando afinidade com a água. Essas diferenças influenciam a maneira como cada composto se comporta no organismo e participa dos sistemas antioxidantes.

Por isso, os dois compostos podem ser considerados dentro de uma estratégia nutricional que busca atender a diferentes necessidades. Entretanto, essa complementaridade não significa que a combinação necessariamente produza um efeito superior ao uso individual.

Na prática, a escolha de um suplemento deve considerar sua composição, a necessidade nutricional, a alimentação habitual e as orientações de um profissional de saúde.

O objetivo não é acumular diferentes antioxidantes, mas compreender quais nutrientes fazem sentido para cada pessoa e como eles podem complementar uma rotina equilibrada.

Quem pode considerar a suplementação com antioxidantes?

A suplementação pode ser útil em situações nas quais existe ingestão insuficiente de determinado nutriente ou uma necessidade identificada na avaliação individual.

No caso da vitamina C, é importante garantir que a alimentação forneça quantidades adequadas. Quando isso não acontece, a suplementação pode ser uma alternativa para complementar a ingestão.

A astaxantina, por sua vez, é um composto bioativo estudado por seu potencial antioxidante e por possíveis aplicações em diferentes áreas da saúde.

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