Na data em que comemora seis anos de Palmeiras, Abel Ferreira comandou o treino da tarde desta sexta-feira dando sequência à preparação do time e estuda ao menos uma mudança para enfrentar o Vasco, às 16h do domingo, pela semifinal da Copa do Brasil.
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Vitor Roque, que saiu do banco de reservas no clássico contra o Santos na quarta-feira, está recuperado do entorse no tornozelo, treinou com o grupo e recebeu orientações de Abel. Tem chance de voltar ao time titular no jogo que será disputado no Nubank Parque.
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Vitor Roque conversa com Abel Ferreira em treino do Palmeiras
Cesar Greco / Palmeiras
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Neste caso, Abel abriria mão de um meio-campista ou do atacante Jhon Arias, por exemplo, para formar dupla com Flaco e Roque. A movimentação de sábado, porém, é o que deve definir a escalação do Alviverde.
Um possível time seria Carlos Miguel; Murilo, Gómez e Barboza; Giay, Lucas Evangelista, Andreas Pereira e Piquerez; Jhon Arias (Marlon Freitas), Flaco López e Vitor Roque.
Na Academia de Futebol nesta sexta-feira, houve a exibição de um vídeo e na sequência a comissão comandou no campo um treino coletivo com aplicação de conceitos táticos para a partida e uma atividade técnica em campo reduzido.
O que Abel Ferreira disse sobre os seis anos de Palmeiras:
"O sentimento é de gratidão ao Palmeiras. O Palmeiras somos nós, são os funcionários do clube, a nossa presidente e os presidentes anteriores, o nosso diretor Anderson Barros, os nossos jogadores, os profissionais que cuidam do centro de treinamento como se fosse a sua casa. É fantástico trabalhar aqui. O Palmeiras são os nossos torcedores e, portanto, somos todos nós.
Mesmo quando não ganhamos, lutamos até o fim. São seis anos de muitas emoções, de muitas alegrias, de tristezas, frustrações, de vitórias e títulos, mas, acima de tudo, de muitas memórias.
Abel agradece os 6 anos no Palmeiras: "Não há outro lugar onde eu preferia estar"
Esses seis anos criaram memórias que serão eternas. Do palmeirense que me tornei, tenho certeza de que em seis anos o melhor que fizemos foi ter criado memórias nas famílias palmeirenses, de pai para filho, nos avós e netos, nos namorados e nas namoradas. E é isso que queremos continuar a fazer.
O calor humano que recebo, o reconhecimento que recebemos, o carinho e a empatia que temos dentro do centro de treinamento fazem tudo valer a pena. Estamos a viver há seis anos o mais alto nível de intensidade física e emocional.
O ambiente do futebol brasileiro é altamente exigente em todos os níveis, mas dentro das nossas muralhas conseguimos ter um ambiente puro, limpo e saudável. Nos bons e nos maus momentos nos mantemos fiéis aos nossos processos e essa estabilidade que temos começa com a nossa presidente. É um orgulho muito grande ser o treinador de toda a família palmeirense. Não há outro lugar onde eu gostaria de estar se não no Palmeiras.
Claro que para que tudo isso funcionasse houve muita coisa que fizemos em conjunto. Foram muitas emoções: sofremos, rimos, choramos, celebramos, gritamos, xingamos, torcemos, criticamos, elogiamos. Resumidamente, para mim, isso é o que é ser palmeirense. No fundo, o que nos une é esse sentimento pelo Palmeiras e, repito, o Palmeiras somos todos nós."
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