O caso começou em fevereiro de 2025, quando uma publicação em uma conta atribuída ao narrador no X, antigo Twitter, chamou Erika de “fake news humana” e usou a expressão “essa coisa” para se referir à deputada. As informações são da Folha de São Paulo.

Inicialmente, Sérgio negou ser autor da mensagem e afirmou que o perfil era falso. Depois da repercussão, disse que fez a publicação e pediu desculpas.

Erika Hilton entrou com uma ação por danos morais e pediu R$ 70.000 de indenização. A deputada argumentou que a publicação utilizou sua identidade de gênero para desqualificá-la e ultrapassou os limites da liberdade de expressão.

A Justiça acolheu parcialmente o pedido e fixou a indenização em R$10.000, valor inferior ao pedido. A condenação também obriga o narrador a publicar uma retratação nas redes sociais. A decisão ainda pode ser contestada pela defesa.

O caso também teve desdobramento na esfera criminal. Em junho de 2025, a Polícia Federal abriu um inquérito para investigar a publicação, a pedido do Ministério Público Federal. Essa investigação é independente da ação cível que resultou na condenação por danos morais.

O Poder360 procurou Sérgio Maurício por meio de seu email para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito do processo. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.