Segundo Trump, o jornal difamou seu “caráter e integridade” ao publicar em 2025 uma reportagem sobre um cartão de aniversário endereçado a Epstein, que continha a assinatura do republicano e incluía o desenho de uma mulher nua. Ele negou ter escrito a carta e processou o WSJ , pedindo uma indenização de US$ 10 bilhões.

O juiz disse que o presidente dos EUA não conseguiu provar que o jornal “agiu com dolo efetivo” e, por isso, rejeitou a ação. O dolo efetivo é um critério jurídico que deve ser comprovado por figuras públicas em processos por difamação. O termo quer dizer que os réus sabiam ou deveriam saber que o que estavam publicando era falso.

A decisão do juiz é de caráter definitivo, mas a equipe jurídica de Trump disse que o presidente seguirá adiante com a ação contra o Wall Street Journal .