Este é mais um aumento consecutivo do combustível. Em outubro, o preço subiu cerca de 12% em algumas das principais bases de distribuição do país, depois de uma alta média de aproximadamente 13,9% em setembro.
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Segundo a companhia, o reajuste reflete a alta das cotações internacionais do QAV, em meio às tensões geopolíticas no Oriente Médio e à redução da capacidade de refino na Rússia e na Ucrânia em decorrência da guerra entre os dois países.
Os preços do QAV vendido pela Petrobras às distribuidoras são ajustados no início de cada mês, conforme previsto nos contratos.
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Segundo a estatal, a fórmula usada para definir o preço do combustível no mercado brasileiro reduz as oscilações no curto prazo, o que resulta em reajustes mais moderados do que os observados no exterior.
"Nos principais mercados internacionais, os preços do QAV destinados às companhias aéreas são ajustados com maior frequência, podendo chegar a revisões diárias, o que faz com que reflitam mais rapidamente as condições de mercado", explicou a companhia em nota.
"Nesse contexto, as variações acumuladas desde o início do conflito têm sido superiores nos mercados internacionais às observadas no Brasil, indicando que o preço do QAV da Petrobras permanece competitivo", acrescentou.

