A AGU argumentou que a lista inicial de participantes concentrava clubes de futebol e representantes das empresas de apostas. Por isso, afirmou que essa configuração poderia reduzir a diversidade de opiniões durante a audiência.
Além disso, Fux também autorizou a participação da Abras (Associação Brasileira de Supermercados).
Entre os participantes da audiência estão a Procuradoria Geral da República, o Ministério da Fazenda, a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a Abert e entidades ligadas aos setores de jogos, loterias e apostas.
Também foram chamados Flamengo, Fluminense, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo, Corinthians, Ponte Preta, Vitória, Guarani e Portuguesa, além da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).
Em setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou uma medida provisória que proibiu o funcionamento das plataformas de apostas no Brasil. Entidades e clubes de futebol acionaram o Supremo questionando a MP e pedindo sua suspensão até julgamento no plenário. Fux é o relator dessas ações no Tribunal.

