Com a participação de produtores, pesquisadores, empreendedores e a população para debater a criação de abelhas com e sem ferrão e os produtos da biodiversidade amazônica, a 1ª Feira do Mel segue até esta segunda-feira (2) no Horto Florestal, em Rio Branco.

A iniciativa busca aproximar produtores e consumidores, com objetivo de criar novas oportunidades de negócios e destacar o potencial da economia sustentável do Acre.

O espaço conta com bancas para a venda de mel, produtos da agricultura familiar, artesanato regional, biojoias e outros produtos da floresta. O público também pode participar da degustação Sabores da Floresta: Mel & Samburá.

Os estandes de venda funcionam das 15h às 19h, contudo, as atividades educativas começam mais cedo, às 13h. A programação inclui palestras e minicursos gratuitos ministrados por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

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Um dos destaques da programação é a Trilha do Mel. A atividade leva os visitantes ao meliponário Refúgio das Abelhas Acreanas, no Ramal Quixadá.

No local, os participantes conhecem colmeias de abelhas nativas sem ferrão. Eles também aprenderão sobre a importância desses polinizadores para a conservação das florestas.

Para as crianças, o evento disponibiliza a oficina Pequenos Guardiões das Abelhas, conduzida pela educadora Anne Ferreira.

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O evento é organizado pela ONG Mãos que Ajudam, com a participação do Sebrae, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), do Instituto Federal do Acre (Ifac), do Inpa, das secretarias Municipal de Meio Ambiente (Semeia) e de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) e da Defensoria Pública do Acre (DPE-AC).

“A primeira Feira do Mel representa um marco para o fortalecimento da cadeia produtiva. É uma oportunidade de valorizar o trabalho dos apicultores e meliponicultores e demonstrar que o mel vai além de um produto comercial, representando geração de renda, agricultura familiar, conservação ambiental e desenvolvimento sustentável”, afirmou a chefe do Núcleo do Mel da Seagri, Rúbia Lima.

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