Para ajudar nas buscas, motociclistas da Igreja Quadrangular se reuniram na Urca e seguiram em grupos para diferentes regiões da cidade. Parte dos voluntários realizou buscas na zona rural, enquanto outros permaneceram na área urbana distribuindo cartazes e ampliando a divulgação do caso.

“Está colaborando com as familiares, colaborando com o pessoal também da polícia, que a gente possa estar ajudando aí, se tudo decorrer, se tudo certo, a gente pretende ajudar novamente, colocando mais cartazes, indo a outros lugares que não foram alcançados ontem, que tivemos vários grupos em várias partes da cidade, e ontem até o pessoal ficou na cidade colocando os mototáxis também para a gente ampliar o círculo dos motociclistas para que o pessoal também divulgue e ajude a encontrá-la, e esperamos encontrar essa senhora”, afirmou o líder de ministério, Giovane Aparecido da Silva.

Familiares procuram por idosa com Alzheimer que desapareceu após sair de agência bancária em Poços de Caldas

Segundo a família, Ana Maria desapareceu após ir a uma agência bancária no centro de Poços de Caldas acompanhada do marido e do enteado. Quando o marido foi chamado para atendimento e o enteado o acompanhou ao caixa, a aposentada saiu caminhando da agência.

Imagens de câmeras de segurança registraram a idosa circulando por ruas da região central da cidade. A última gravação conhecida mostra Ana Maria na Rua Senador Godói, seguindo em direção à Zona Leste de Poços de Caldas.

Desde então, os familiares não tiveram novas informações confirmadas sobre o paradeiro da aposentada.

“A gente não teve mais nenhuma informação de outro ponto que ela realmente tenha aparecido, que tenha foto, vídeo, e se a gente não tem, não. A família toda fica muito preocupada, principalmente pelo quadro dela, a gente não sabe mais o que pensar”, disse a filha da idosa, Valdineia Cristina de Freitas Paina.

Buscas por idosa desaparecida em Poços de Caldas continuam após 15 dias

A filha afirma que a família segue em uma corrida contra o tempo e pede a colaboração da população. Ela orienta que, caso alguém veja uma pessoa com características semelhantes às da mãe, registre imagens antes de acionar os familiares.

“Compartilhando nas redes sociais, isso é muito bom, ajuda bastante. Se ver, achar que é, é parecido, sim, ir conversar com a pessoa, tirar foto e filmar para mandar para a gente. Porque muitas vezes eles falam, ah, eu acho que eu vi, eu acho que é ela, mas aí não tem uma foto, uma filmagem, a gente se desloca para lá e isso é desgastante ao longo do dia, a gente tendo que deslocar para verificar se é realmente e quando a gente chega não é a pessoa. Então ajudaria bastante tirar foto da pessoa, filmar, para mandar para a gente e também averiguar terrenos baldios, casas abandonadas, onde posso possivelmente estar”, afirmou.

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