Por trás do pseudônimo está Amanda Pelegrini , atriz, dubladora, escritora e gestora financeira. Às vésperas de completar 46 anos, em 4 de novembro , ela divide a rotina entre a controladoria financeira e a literatura. Embora tenha construído uma carreira em diferentes áreas, a vontade de contar histórias nunca deixou de acompanhá-la.
Seu primeiro romance reúne uma saga familiar que atravessa um século, explorando amor, traição, mistério e elementos sobrenaturais. Além disso, investiga como decisões individuais podem afetar a vida de pessoas que sequer nasceram.
A. M. Pell encontrou na escrita uma forma de compreender o mundo
A relação de A. M. Pell com as palavras começou cedo. Aos 4 anos , já sabia ler e escrever. Aos 10 , viu sua primeira poesia publicada em um jornal da região. A experiência marcou o início de uma trajetória que, durante muitos anos, permaneceu ligada à expressão pessoal.
Mais do que uma atividade criativa, escrever tornou-se uma maneira de traduzir sentimentos e observar as pessoas. Essa sensibilidade, desenvolvida desde a infância, ajudou a construir o universo de seu primeiro romance.
Ao longo da vida, a autora conciliou diferentes interesses profissionais. A experiência como atriz e dubladora também faz parte de sua trajetória artística. Paralelamente, construiu uma carreira na área financeira, atividade que mantém até hoje.
Entretanto, mesmo diante das exigências da rotina, a literatura continuou presente. Personagens, situações e histórias observadas ao longo do tempo alimentaram sua imaginação. Assim, a ideia de escrever um romance foi ganhando forma até se transformar em um projeto concreto.
O Rio Não Esquece explora escolhas, segredos e consequências entre gerações
Em O Rio Não Esquece , pessoas comuns têm suas vidas entrelaçadas pelo destino. Suas decisões provocam consequências que ultrapassam o presente e alcançam outras gerações. A narrativa percorre um século de história e combina diferentes elementos literários. Entre eles estão o drama familiar, o romance, o suspense psicológico e o sobrenatural.
“Esta obra fala de pessoas comuns entrelaçadas pelo destino e os efeitos que suas escolhas trazem para todas as gerações”, explica.
Apesar dessa mistura, o centro da obra permanece nas relações humanas. A autora procura explorar os sentimentos, os conflitos e as contradições de cada personagem. Segundo A. M. Pell, o romance apresenta uma história que poderia acontecer perto de qualquer leitor. Essa proximidade entre ficção e realidade é uma das características que ela buscou desenvolver.
O livro também propõe reflexões sobre os efeitos das escolhas individuais. Afinal, uma decisão tomada em determinado momento pode transformar a vida de uma família por décadas.
Dessa forma, a narrativa convida o público a pensar sobre memória, responsabilidade, vínculos familiares e acontecimentos que permanecem presentes mesmo com a passagem do tempo.
Da imaginação ao papel: uma história construída ao longo dos anos
A inspiração para o romance não surgiu de um único acontecimento. Pelo contrário, nasceu da combinação de imagens, experiências e histórias que cruzaram o caminho da escritora. Curiosa e atenta às situações cotidianas, A. M. Pell começou a construir personagens e cenários muito antes de iniciar a redação.
Com o passar dos anos, realidade e ficção se misturaram em seu universo imaginário. As ideias ganharam novas conexões até formar a base da narrativa. No entanto, transformar esse material em um livro exigiu superar uma dificuldade: começar .
“O primeiro desafio foi começar a colocá-lo no papel. Ensaiei durante muito tempo e sabia que, quando começasse, não haveria como parar”, revela.
Quando finalmente começou, mergulhou no projeto durante um ano e três meses .
Nesse período, desenvolveu os personagens, organizou os acontecimentos e deu forma à saga familiar. O processo foi intenso, especialmente porque a história já ocupava um espaço importante em sua imaginação.
Para a autora, os personagens pareciam ter conquistado autonomia. O romance havia deixado de ser apenas uma ideia e precisava ganhar vida nas páginas.
Estreia literária traz o desafio de conquistar leitores
Concluir o manuscrito representou uma conquista pessoal. Entretanto, a publicação abriu caminho para outro desafio: apresentar o trabalho de uma escritora estreante ao público.
Com o lançamento digital, A. M. Pell passou a disputar a 11ª edição do Prêmio Kindle de Literatura , iniciativa voltada à valorização de autores independentes brasileiros.
A premiação oferece ao vencedor R$ 50 mil em prêmio e adiantamento de direitos autorais , além de publicação impressa pelo Grupo Editorial Record e adaptação para audiolivro pela Audible. A iniciativa também conta com a parceria da TAG Experiências Literárias.
“Agora mais um desafio se apresenta, talvez o maior deles, concorrendo ao Prêmio Kindle: apresentar o livro de uma escritora estreante, num romance denso, disputando para ser publicado pela Editora Record”, afirma.
A escritora reconhece que apresentar uma obra densa, com diferentes personagens e camadas psicológicas, exige dedicação também depois da publicação.
Além do reconhecimento literário, a circulação do livro e sua recepção pelo público fazem parte dos desafios dessa etapa.
Por isso, ela espera que novos leitores conheçam a história e acompanhem sua trajetória.
“Leitores, lembrem de O Rio Não Esquece. Será um grande privilégio ser lida por meus conterrâneos de Jundiaí!”, afirma a escritora.
Uma narrativa que busca despertar emoções e reflexões
Para A. M. Pell, a literatura não precisa provocar a mesma reação em todas as pessoas. Cada leitor chega a uma história com experiências, lembranças e sentimentos próprios.
Por isso, o romance foi pensado para permitir diferentes formas de identificação.
Alguns leitores podem encontrar personagens que compartilham dores semelhantes às suas. Outros podem se interessar pelos costumes de determinada época ou pelos mistérios da narrativa. A obra também abre espaço para reflexões sociais e para a análise das relações humanas.
O objetivo da escritora é alcançar o lado humano de quem lê. Mais do que oferecer entretenimento, ela deseja que a história desperte sentimentos e permaneça na memória. Nesse sentido, a construção psicológica dos personagens ocupa um papel central. Suas experiências, atitudes e conflitos ajudam a mostrar como diferentes pessoas respondem às circunstâncias da vida.
Assim, O Rio Não Esquece apresenta uma saga familiar que também funciona como um convite à reflexão sobre as marcas deixadas pelo passado.
Depois de O Rio Não Esquece, novos projetos começam a surgir
Embora esteja concentrada no lançamento e na expectativa pelos resultados do Prêmio Kindle, A. M. Pell já começa a imaginar outros caminhos literários.
“É engraçado que eu dizia a mim mesma que iria apenas contar essa história. Mas, agora, já me pego fazendo anotações e conectando pontos como numa constelação de novas ideias”, revela.
No entanto, a experiência despertou novas possibilidades.
Atualmente, a autora já faz anotações e estabelece conexões entre ideias que podem dar origem a outras narrativas. Ainda não existe um prazo definido para uma próxima publicação. Por enquanto, a prioridade continua sendo apresentar o romance de estreia e acompanhar sua recepção.
Mesmo assim, o processo criativo permanece ativo.
Depois de tantos anos guardando personagens e histórias na imaginação, A. M. Pell descobriu que concluir um livro não significa encerrar sua relação com a ficção.
Pode representar, na verdade, o início de uma nova etapa.
Onde encontrar O Rio Não Esquece?
O romance O Rio Não Esquece , de A. M. Pell Nohr , está disponível em formato digital na Amazon, por meio da plataforma Kindle.
Os interessados podem conhecer a obra e acessar a página do livro pelo link: Acesse O Rio Não Esquece na Amazon .

