Em entrevista publicada no site oficial da Nintendo, Aonuma revelou que a decisão também está relacionada à evolução da própria equipe de desenvolvimento. Muitos profissionais que atualmente trabalham na franquia participaram apenas dos jogos mais recentes, como Breath of the Wild e Tears of the Kingdom .
A proposta é permitir que esses desenvolvedores revisitem a estrutura de Ocarina of Time , lançado originalmente em 1998 para Nintendo 64, e compreendam sua importância para a identidade da série.
Remake pode influenciar os próximos jogos de Zelda
De acordo com Aonuma, reconstruir Ocarina of Time oferece à equipe uma oportunidade de estudar decisões de design que ajudaram a definir a franquia.
O produtor acredita que revisitar o desenvolvimento do clássico pode gerar novas ideias para os futuros jogos de The Legend of Zelda .
A intenção não é necessariamente abandonar a liberdade dos títulos mais recentes, mas compreender como elementos tradicionais, como progressão narrativa, exploração e desenvolvimento gradual das habilidades do jogador, podem contribuir para novas experiências.
Nintendo quer apresentar o Zelda clássico a uma nova geração
Outro objetivo do remake é aproximar jogadores que conheceram a franquia por meio de Breath of the Wild da estrutura tradicional de Zelda .
Enquanto os títulos mais recentes permitem explorar o mundo e escolher diferentes caminhos desde o início, Ocarina of Time apresenta uma aventura com progressão mais direcionada, na qual novos locais, habilidades e acontecimentos são introduzidos gradualmente.
Para Aonuma, essa diferença representa uma oportunidade de mostrar outra abordagem de design que também faz parte da história da franquia.
O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega em 5 de novembro de 2026 , exclusivamente para Nintendo Switch 2, como parte das comemorações do aniversário de 40 anos da série.
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