O perfil defensivo da companhia, sua presença global e a proteção natural contra oscilações cambiais favorecem o desempenho em um ambiente no qual investidores buscam cada vez mais resiliência nos resultados.
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A XP também vê a WEG entrando na fase de colheita de seu ciclo de investimentos orgânicos, ainda em andamento. A nova capacidade produtiva deve sustentar um crescimento anual composto da receita (CAGR) de cerca de 18% entre 2027 e 2029, ou 16% em termos neutros ao câmbio.
Como os múltiplos da WEG historicamente acompanharam a expansão dos resultados, a XP considera que a perspectiva de crescimento anual composto do lucro de aproximadamente 20% entre 2026 e 2029 torna o valuation mais atrativo, após vários trimestres de crescimento moderado.
A corretora ressalta, contudo, que a trajetória dos investimentos em despesas de capital (capex) relacionados à inteligência artificial continua sendo um risco para a tese. Na avaliação da XP, porém, esse fator já está refletido na reavaliação negativa dos múltiplos de empresas globais ligadas ao setor de redes elétricas.
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