Esta é a segunda tentativa de Marinho em concorrer à Presidência da Casa Alta. em 2023, o senador perdeu a disputa para Rodrigo Pacheco.
Durante o anúncio, o senador dirigiu críticas ao Supremo Tribunal Federal e ao governo federal afirmando que, sob o seu comando, o Senado não será omisso com o descumprimento das leis, incluindo a de responsabilidade fiscal.
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“Nós não seremos candidatos com o tema de impeachment de quem quer que seja, mas faremos cumprir a Constituição. Ninguém está acima da lei, não seremos omissos”, afirmou.
Marinho também afirmou já ter mais de 40 votos na data de hoje para conquistar o posto no ano que vem. O parlamentar também criticou a atual condução da Casa Alta, hoje nas mãos de Davi Alcolumbre (União-AP), dizendo que o atual presidente tenta conquistar votos para reeleição com “recursos e verbas disponíveis”.
Para vencer a disputa, o candidato precisará reunir a maioria absoluta dos 81 votos, o que totaliza 41. Em 2027, o Partido Liberal terá 27 senadores na Casa Alta, a maior bancada única.
A candidatura de Marinho pode enfrentar uma disputa dentro do próprio campo político. Cotada anteriormente até como possível candidata a vice de Flávio Bolsonaro (PL), a senadora Tereza Cristina (PP-MS) também manifestou na presidência do Senado.
Na terça-feira (3), Marinho havia afirmado que os dois mantêm um “acordo” para evitar concorrer um contra o outro. Até o momento, não houve recuo da candidatura de Tereza.
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