O acordo prevê a compra de volumes mínimos de carbonato misto de terras raras (MREC) desde o início da produção, prevista para 2028, até o fim de 2034. Segundo a companhia australiana, os volumes mínimos contratados correspondem a cerca de 70% da produção projetada.

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A empresa afirmou que os volumes mínimos contratados, combinados aos preços mínimos estabelecidos para os principais elementos magnéticos do projeto, sustentam uma receita mínima estimada em cerca de US$915 milhões entre 2029 e 2034, desde que os volumes acordados sejam entregues.

O contrato também concede à Solvay direito de primeira oferta sobre a produção remanescente de MREC do projeto até 2034, embora a empresa química não seja obrigada a adquirir volumes além dos compromissos mínimos.

Além da venda da produção, as companhias negociam um acordo de licenciamento e serviços técnicos pelo qual a Solvay fornecerá tecnologia e suporte para que a Viridis produza no Brasil um MREC mais refinado e de maior valor agregado, reforçando a estratégia de desenvolver uma cadeia doméstica de processamento de terras raras.

A Viridis afirmou que o acordo reduz um importante risco comercial do projeto e deve contribuir para a conclusão do financiamento por dívida.

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