Amanda assume o cargo de diretora substituta por 180 dias ou até a data de nomeação de novo titular. Ela ocupará a vaga deixada por Fernando Moura, que encerra seu mandato na 2ª feira (9.nov). A nova integrante se junta a Watt, aos diretores Pietro Mendes e Symone Araújo e ao diretor substituto Julio Nishida, que assumiu em outubro a vaga recém-aberta pela saída de Daniel Maia.
A legislação determina que as agências reguladoras elaborem uma lista tríplice de 3 funcionários públicos que podem ser selecionados para atuarem como substitutos em caso de vacância nas diretorias. Normalmente, ocupam cargos de superintendente, gerente-geral ou equivalente hierárquico.
Amanda Gondim é mestre em Química Inorgânica pela UFPB (Universidade Federal da Paraíba), doutora em Química, Petróleo e Energias Renováveis e pós-doutora em Desenvolvimento da Estabilidade Térmica e Oxidativa de Biodiesel pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte).
Ela atua como superintendente de Tecnologia e Meio Ambiente desde outubro de 2025. Antes, foi professora na UFRN durante 11 anos, com foco em biocombustíveis.
A nomeação de diretores para a agência é competência do presidente da República. Após a indicação, o escolhido ainda precisa passar por sabatina no Senado e aprovação da maioria dos senadores no plenário da Casa. Os mandatos são de 4 anos.
Levantamento do Poder360 mostrou que o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá ter indicado os titulares de todas as 59 cadeiras de direção das 12 agências reguladoras federais até o fim de seu 4º mandato, em 2030.

