Dr. Rafael com pacientes do Instituto Rezende.

Periodontite não atinge apenas a gengiva

A periodontite é uma doença inflamatória que afeta os tecidos ao redor dos dentes. Ela pode começar com sangramento, inchaço e mau hálito, mas nem sempre causa dor. Sem avaliação e tratamento, a inflamação pode avançar para estruturas mais profundas.

Quando isso acontece, o osso e as fibras que ajudam a manter o dente firme podem ser comprometidos. A escova não alcança sozinha todo o problema: o diagnóstico mostra a extensão da perda de suporte e orienta a melhor sequência de cuidados.

Dente saudável (à esquerda) e dente com periodontite (à direita). Comparação educativa entre o suporte saudável e a perda de suporte causada pela periodontite. Não representa um caso clínico.

Por que os dentes ficam moles?

O dente é sustentado por uma estrutura formada por gengiva, fibras e osso. Na periodontite, a inflamação persistente pode destruir parte desse suporte. A mobilidade aparece quando o dente já não encontra a mesma estabilidade para receber as forças da mastigação.

A intensidade varia de pessoa para pessoa e de dente para dente. Por isso, sentir um dente “balançar”, notar mudança de posição, espaços novos entre os dentes ou sangramento frequente são motivos para procurar avaliação, sem esperar que o incômodo aumente.

Dente mole não é um diagnóstico em si. É um sinal de que a estrutura de suporte precisa ser avaliada para controlar a doença e decidir, com segurança, o que pode ser preservado.

Dr. Rafael Assis do Nascimento, responsável técnico do Instituto Rezende.

As consequências aparecem nas refeições e na confiança

A mobilidade pode tornar a mastigação insegura, levar a pessoa a evitar alimentos mais firmes e mudar o lado usado para comer. Também pode haver desconforto, sensibilidade, alteração na fala e receio de sorrir ou conversar mais perto de outras pessoas.

Quando há perda de dentes, a mudança não é apenas estética. Os dentes vizinhos podem se deslocar, a mastigação pode ficar menos eficiente e a higiene pode se tornar mais difícil. Quanto mais cedo o problema é avaliado, mais claro fica o caminho para interromper a progressão e organizar a reabilitação.

Quando os implantes podem ser uma boa indicação

Implantes não substituem o tratamento da periodontite ativa. Primeiro, a equipe avalia e controla a inflamação, orienta a higiene e verifica o prognóstico de cada dente. Se algum dente não puder ser mantido com segurança, o implante pode ser uma opção de reabilitação para repor a ausência, conforme o osso, a gengiva, a saúde geral e o planejamento do caso.

Em casos com várias perdas, os implantes podem sustentar próteses e ajudar a recuperar função e conforto. A indicação deve ser individual: o objetivo é construir uma solução que seja estável, permita higiene no dia a dia e tenha acompanhamento profissional ao longo do tempo.

Quais perguntas fazer na avaliação?

A periodontite está ativa e quais estruturas foram comprometidas?

Quais dentes ainda podem ser preservados com segurança?

O que preciso fazer para controlar a doença antes da reabilitação?

No meu caso, quando um implante pode ser indicado e como será a manutenção?

Uma avaliação individual transforma essas perguntas em um plano compreensível. O paciente deve entender o estágio da doença, o que precisa ser tratado primeiro, quais dentes têm possibilidade de manutenção e como será a reabilitação caso exista perda dentária.

Agende uma avaliação

O Instituto Rezende atua em Atibaia e Vinhedo com diagnóstico periodontal, planejamento de implantes e reabilitação oral. Responsável técnico: Dr. Rafael Assis do Nascimento, cirurgião-dentista, CRO-SP 137333.

Atibaia: Rua Padre Ernesto, 358 · Atibaia/SP · CEP 12942-240

Vinhedo: Rua Fernando Costa, 491 · Centro · Vinhedo/SP · CEP 13280-000

WhatsApp: +55 11 92515-0123