O modelo B2C (da empresa ao consumidor, em tradução livre) cresceu 14,1%, com 9,3% desse crescimento sendo orgânico. A alta se distribui entre os estados, com Minas Gerais avançando 16,4%, Rio de Janeiro com 8,9% e demais regionais com 6,4%.

Segundo a presidente do grupo, Jeane Tsutsui, vários fatores justificam esse crescimento. “Nós temos feito um aumento de capacidade, também temos aumentado a oferta de exames, fortalecendo o atendimento móvel e as áreas produtivas”, explica.

Ao final do terceiro trimestre, o Ebitda cresceu 12,2%, saindo de R$ 599,4 milhões para R$ 672,2 milhões no período. A margem Ebitda sofreu um pequeno recuo de 31 pontos-base, chegando a 27,1%.

Tsutsui ainda destaca que a Fleury acumula, ao longo dos nove meses de 2026, um crescimento de 36% no lucro, mantendo disciplina em custo e despesas e com crescimento de Ebitda (o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, traduzido do inglês).

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“De maneira geral, esse crescimento vem em linha com o aumento da capacidade instalada e o investimento contínuo em capacidade técnica”, explica Jeane Tsutsui, presidente do grupo.

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