Segundo Gilmar, o processo eleitoral foi acompanhado por missões internacionais e o Tribunal Superior Eleitoral convidou dezenas de especialistas estrangeiros.

O decano do Supremo afirmou que os partidos políticos estão no “centro” da auditoria das urnas eletrônicas, inclusive o PL do candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

“São eles, ao lado do Ministério Público, da Defensoria Pública e da OAB, que escolhem quais urnas serão testadas, e podem acompanhar cada etapa, da escolha das seções à conferência final. Esse direito foi assegurado a todos, da situação e da oposição, inclusive ao partido do candidato derrotado no 2º turno” , escreveu.

E concluiu: “Ainda assim, há quem alimente agora falsas narrativas contra o pleito.Tudo em vão. Ao longo dos anos, a Justiça Eleitoral prestou serviços relevantes à nação e construiu uma reputação de excelência, reconhecida por organismos internacionais, que não será tisnada por aleivosias como essas. A sociedade brasileira sabe apartar as bravatas do discurso sério e responsável” .

Nos últimos dias, em entrevistas para veículos de comunicação, Flávio tem alegado que as eleições foram fraudadas. O Tribunal Superior Eleitoral afirma que o processo eleitoral foi regular.