Batizado de “ Ato da Virada ”, o evento começou por volta das 18h e foi organizado pelo PT, com apoio do PC do B, do PV e da federação Psol-Rede. Uma estrutura com palco foi montada no local.
O ato contou com a presença de Fernando Haddad (PT), candidato derrotado ao governo de São Paulo, e de Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), que disputaram o Senado pelo Estado. As deputadas federais reeleitas Erika Hilton (Psol-SP) e Sâmia Bomfim (Psol-SP) também participaram da mobilização.
As falas durante o ato foram marcadas por críticas à direita e ao senador Flávio Bolsonaro (PL). Os participantes afirmaram que os adversários temem uma virada eleitoral e criticaram o que classificaram como “arrogância da direita”.
A decisão de Flávio de votar a favor do fim da escala de trabalho 6 X 1 também foi alvo de críticas. O senador declarou que apoiará a proposta para reduzir os danos políticos de uma eventual rejeição à medida. Para os participantes do ato, a posição está relacionada ao receio de perder votos no 2º turno, e não a uma preocupação com as condições de trabalho.
A mobilização se deu 2 dias depois de outro ato em apoio a Lula, realizado no domingo (11.out.2026), na Avenida Paulista, também na capital paulista. Na ocasião, o presidente reuniu apoiadores por 7 quarteirões da avenida e pediu mobilização para ampliar sua votação na etapa final da disputa.
A campanha petista busca conquistar eleitores que não votaram no 1º turno e atrair novos apoios para enfrentar Flávio.
As falas durante o ato foram marcadas por críticas à direita e ao senador Flávio Bolsonaro (PL)
Este texto foi escrito sob supervisão da estagiária de Jornalismo Gabriella Santos, sob supervisão da editora-assistente Giovanna Pacheco.

