Os dados foram divulgados nesta 4ª feira (14.out.2026) pelo BLS (Bureau of Labor Statistics), órgão oficial de estatísticas dos Estados Unidos. Eis a íntegra do relatório (629 kB – PDF, em inglês).
A alta dos preços da gasolina, de 9,1% em setembro, respondeu por mais da metade do avanço mensal do índice geral. O grupo de energia subiu 5,2% no mês, depois de aumentar 2,1% em agosto.
A categoria é pressionada pela alta do petróleo causada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.
O índice de moradia avançou 0,4%, acelerando em relação à alta de 0,3% no mês anterior. Já os preços dos alimentos ficaram estáveis. Os alimentos consumidos em casa recuaram 0,1%, enquanto as refeições fora de casa ficaram 0,2% mais caras.
NÚCLEO DA INFLAÇÃO
O núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, subiu 0,3% em setembro, repetindo o resultado de agosto. Em 12 meses, o indicador acumulou alta de 2,6%, ante 2,4% até agosto.
No acumulado de 12 meses, o grupo de energia registrou alta de 20,4%, puxado pela gasolina, que subiu 34,2%. Os alimentos ficaram 2,5% mais caros no período.

