O levantamento, divulgado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em parceria com o Grupo OLX , também mostra que os aluguéis acumulam alta de 9,16% em 12 meses, ante 4,22% do IPCA no mesmo período. Eis a íntegra do estudo (PDF-100 MB).
Em agosto, os preços avançaram 0,55%, depois de subirem 0,70% em julho. O resultado se deu em um mês de deflação: o IPCA recuou 0,32%, enquanto o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) caiu 0,22%.
ONDE O ALUGUEL É MAIS CARO
São Paulo registrou o maior preço médio de locação entre as capitais monitoradas pelo índice, com R$ 65,36 por m² (metro quadrado) em agosto. Na sequência, aparecem:
Recife: R$ 64,19 por m²;
Belém: R$ 62,15 por m²;
Rio de Janeiro: R$ 61,40 por m²;
Florianópolis: R$ 61,19 por m².
Considerando as 36 cidades acompanhadas pela pesquisa, Barueri (SP) teve o maior preço médio, de R$ 71,92 por metro quadrado. Na outra ponta, Pelotas (RS) apresentou o menor valor, de R$ 20,73 por metro quadrado.
A média das cidades monitoradas foi de R$ 54,47 por metro quadrado. Entre as capitais, os menores preços foram registrados em:
Teresina: R$ 32,51 por m²;
Campo Grande: R$ 32,76 por m²;
Aracaju: R$ 36,09 por m².
CAMPO GRANDE LIDERA ALTA NO ANO
Campo Grande (MS) registrou a maior alta acumulada entre as capitais de janeiro a agosto, com avanço de 16,25%. Na sequência, estão:
Rio de Janeiro: 11,04%.
No recorte de 12 meses, Aracaju liderou a valorização dos aluguéis entre as capitais, com alta de 21,61%, seguida por:
Os preços subiram em 35 das 36 cidades monitoradas no acumulado de 2026. A única queda foi registrada em Pelotas, onde o aluguel recuou 7,18%.
PREÇOS DESACELERAM EM AGOSTO
Apesar da alta no mês, o ritmo de avanço dos aluguéis diminuiu em relação a julho. Em agosto, 27 das 36 cidades monitoradas registraram aumento nos preços, incluindo 16 das 22 capitais analisadas.
Entre as capitais, as maiores variações mensais foram:
Campo Grande: +3,85%;
As maiores quedas foram registradas em:
O índice considera preços anunciados para novos aluguéis de apartamentos prontos. Por isso, não mede diretamente os reajustes dos contratos de locação já vigentes, que seguem as regras estabelecidas entre proprietários e inquilinos.
