Segundo apurou o Poder360 , a proposta tem apoio suficiente para ser aprovada no 1º turno. Para aprovar uma PEC, são necessários votos favoráveis de 3/5 dos senadores, o equivalente a pelo menos 49 votos.

A aprovação seria uma vitória para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a 11 dias do 2º turno das eleições. Embora haja articulação para concluir a votação antes do pleito, a proposta enfrenta obstáculos.

Qualquer mudança de mérito pode obrigar o texto a retornar à Câmara dos Deputados , adiando a promulgação.

Além disso, como a aprovação exige maioria qualificada de 49 votos favoráveis, ausências, abstenções e licenças contam na prática como votos contrários.

O PL, principal força da oposição, liberou seus senadores para votar. O candidato à Presidência pelo partido, Flávio Bolsonaro (PL), havia decidido apoiar a proposta como estratégia de redução de danos.

Em seu plano de governo, Flávio defende o que chama de “jornada flexível” , na qual o trabalhador negocia o horário de trabalho diretamente com o empregador.