‘Acredito que transmitir a execução para que todos vissem poderia ter servido como um forte elemento de ⁠dissuasão, ‌permitindo ao mundo testemunhar como os ⁠Estados Unidos lidam com terroristas e escória como Hasan, mas muitas pessoas boas e bem-intencionadas prefeririam não vê-lo morrer — seja por meio de ​uma transmissão ao vivo ou de qualquer outro recurso visual’, escreveu Trump.

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‘Ele ​morrerá, conforme programado, por um pelotão de fuzilamento, mas o evento não será transmitido ao vivo. Dito isso, a execução poderá ser acompanhada ‌presencialmente pelos familiares diretos das ​vítimas, caso assim desejem. Eles merecem testemunhar a JUSTIÇA!’

Alguns colegas republicanos de Trump, incluindo o vice-presidente ⁠JD ​Vance, bem ​como líderes religiosos e observadores internacionais, expressaram ressalvas quanto ⁠ao plano do ​Pentágono de transmitir ao vivo a execução de Nidal Hasan, marcada para 3 de ​dezembro. Pesquisas recentes também indicaram que a maioria dos norte-americanos é ​contrária à ⁠transmissão ao vivo do ato.

Hasan, um ex-psiquiatra do Exército ⁠dos EUA, foi considerado culpado em um julgamento militar por ter matado 13 pessoas a tiros em Fort Hood, no Texas, em 2009.

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