O levantamento aponta bairros de seis regiões da cidade que exigem maior atenção para o controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
De acordo com a prefeitura, Campinas contabilizou 4.131 casos confirmados de dengue entre 1º de janeiro e terça-feira (13). Apesar das infecções, o município não registrou mortes pela doença neste ano.
A classificação dos bairros considera fatores como a incidência de casos, o surgimento de novos registros de transmissão, a densidade populacional e as dificuldades de acesso das equipes de saúde aos imóveis.
Veja os 32 bairros com maior risco de dengue
Região Leste — 4 bairros
Vila Costa e Silva
Vila Miguel Vicente Cury
Região Noroeste — 5 bairros
Conjunto Habitacional Parque da Floresta
Conjunto Habitacional Parque São Bento
Núcleo Residencial Precisa D’Oeste
Jardim Florence II
Região Norte — 4 bairros
Jardim São Gonçalo
Vila Santa Isabel
Região Sudoeste — 7 bairros
Chácara Campos Elíseos
Jardim Novo Campos Elíseos
Residencial Souza Queiroz
Jardim Bandeiras II
Região Sul — 5 bairros
Jardim Nossa Senhora de Lourdes
Parque Residencial Carvalho de Moura
Região Suleste — 7 bairros
Jardim São Vicente
Jardim São Gabriel
Jardim Bom Sucesso
Jardim Antônio Von Zuben
Fundação Casa Popular
80% dos criadouros do mosquito transmissor da dengue estão dentro de casa (Foto: PMC)
Como evitar a proliferação do mosquito
Segundo levantamento da Secretaria de Estado da Saúde citado pela prefeitura, cerca de 80% dos criadouros do mosquito estão dentro das residências.
Por isso, a principal medida de prevenção é eliminar recipientes e locais que possam acumular água parada, como pneus, latas, calhas, lajes e pratos de vasos de plantas.
A recomendação é manter caixas-d’água bem vedadas, limpar os pratos dos vasos com água, sabão e bucha e deixar fechados os vasos sanitários que não são utilizados.
O mosquito Aedes aegypti também transmite zika e chikungunya. A eliminação dos criadouros é uma das principais formas de reduzir o risco de transmissão dessas doenças.
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Você viu? IPTU atrasado? Campinas emite novas cobranças com prazo até novembro
Prefeitura de Campinas emitiu 3,6 mil carnês do IPTU e da Taxa de Lixo, referentes ao exercício de 2026 e a anos anteriores. (Foto: Divulgação/PMC)
Os moradores de Campinas que não estão com o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) em dia devem ficar atentos. A Prefeitura emitiu 3,6 mil carnês do imposto e da Taxa de Lixo, referentes ao exercício de 2026 e aos anos anteriores, com vencimento da cota única ou primeira parcela em 18 de novembro.
Os lançamentos foram publicados na edição desta quinta-feira (15) do Diário Oficial e totalizam cerca de R$ 58 milhões , segundo a Administração. Dos 3,6 mil carnês, 2.145 são referentes ao exercício deste ano e 1.455 a exercícios anteriores.
As cobranças abrangem imóveis comerciais, residenciais e terrenos, incluindo 591 imóveis novos.
De acordo com a Prefeitura, os lançamentos do exercício podem ser pagos em até 11 parcelas. Para consultar as guias para pagamento, os contribuintes devem acessar o site iptu.campinas.sp.gov.br. Porém, os valores retroativos foram lançados em parcela única.
Campinas emite novas cobranças com prazo até novembro. (Foto: Divulgação/PMC)
Cota única dá direito a desconto
Para os lançamentos deste ano, quem optar pelo pagamento em cota única terá desconto de 5%. Além disso, os contribuintes que aderiram ao IPTU Digital até outubro de 2025 terão desconto adicional de 1%, limitado a R$ 100,00.
Caso o contribuinte identifique erros no lançamento, poderá apresentar impugnação até 18 de novembro.
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