A música foi entoada pela 1ª vez em ato de campanha que passou por Juazeiro (BA) e Petrolina (PE). “ Abre o sigilo! Abre o sigilo, abre, abre o sigilo. Se tá tudo certo, mostra o que há. Flávio, abre o sigilo. Abre, abre o sigilo. Abre, abre o sigilo. Abre”, entoava o cantor em um carro de som no evento.
A cobrança foi apresentada pela campanha depois de Lula autorizar a abertura de seus próprios dados e dos sigilos de familiares. O presidente também desafiou Flávio a tomar a mesma medida.
Em entrevista a jornalistas, integrantes da campanha disseram que a iniciativa busca dar transparência às informações financeiras dos candidatos e permitir que os eleitores comparem as explicações antes de votar.
Campanha cita empresas ligadas a Flávio
A divulgação da música foi no mesmo dia em que a campanha de Lula protocolou no Tribunal Superior Eleitoral um pedido para autorizar a abertura dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do presidente e de familiares. A iniciativa condiciona a liberação dos dados à autorização de Flávio para divulgar as próprias informações, conforme noticiou o Poder360 .
O desafio havia sido lançado por Lula durante o debate presidencial da Band, no domingo (18.out.2026), em São Paulo. No dia seguinte, durante ato de campanha em Porto Alegre (RS), o presidente voltou a cobrar a divulgação dos dados e anunciou que encaminharia a autorização ao TSE.
Durante entrevista a jornalistas nesta 3ª feira (20.out), em Brasília, Camilo Santana (PT-CE) mencionou empresas relacionadas a Flávio Bolsonaro e defendeu a abertura dos sigilos do adversário. O senador citou a Alcazar Holdings, sediada na Ilha da Madeira, em Portugal, e a Bravo Grafeno Tecnologia e Inovação. As empresas também aparecem no pedido apresentado pela campanha de Lula ao TSE, conforme detalhou o Poder360 .

