O programa prevê a renegociação de débitos de pessoas físicas e microempreendedores individuais (MEIs) (MEIs) com atraso de 2 a 4,5 anos.
Nesta etapa, segundo Durigan, as instituições apresentarão as carteiras de dívidas que potencialmente podem ser compradas pelo governo.
Ainda não se trata, portanto, de uma convocação para as pessoas renegociarem seus débitos.
Após esse momento, o governo analisará o volume apresentado pelas instituições, nas diferentes faixas de renda, e definirá quais estarão aptas ao leilão de aquisição dessas carteiras.
As instituições terão cinco dias úteis para apresentar os volumes das cerieiras e, num momento seguinte, o governo anunciará o leilão, que deve ocorrer até o início de dezembro, segundo o ministro.
