Na Comex, divisão de metais da Nymex (bolsa de Nova York), o ouro para dezembro encerrou em queda de 2,16%, a US$ 4.060,4 por onça-troy . A prata para dezembro recuou 4,7%, a US$ 55,007 por onça-troy .

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O metal dourado operou em queda durante toda a sessão, atingindo o nível mais baixo desde julho, enquanto o barril do petróleo avançava.

Para a Capital.com, uma queda abaixo da faixa de US$ 4 mil sinalizaria que o mercado parou de precificar o alívio das taxas de juros americanas e começou a apostar em inflação persistente , rendimentos elevados e um dólar mais forte – o que seria um “cenário difícil para o ouro”.

Nesta quinta, o Departamento do Trabalho dos EUA divulgou uma queda no número de pedidos de auxílio-desemprego, indicando um mercado de trabalho sólido, segundo o HFE.

Ainda assim, a probabilidade de manutenção dos juros na reunião da próxima semana do Fed (Federal Reserve) é de 95% , segundo a ferramenta Fed Watch, do CME Group.

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O Swissquote afirma que, para investidores no longo prazo, é interessante acumular posições no metal precioso à medida que os preços caem, levando em conta que a “inflação estruturalmente mais alta, a persistente incerteza geopolítica e a diversificação do setor público se afastando do dólar, sustentam as perspectivas de médio a longo prazo”.

Em meio ao cenário, a prata recuou ao menor nível desde novembro de 2025. Para o Zaye Capital Markets, o metal prateado sofre mais que o ouro e enfrenta pressão adicional pois “suas aplicações industriais expõem os preços à menor atividade manufatureira e à desaceleração da demanda econômica”.

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*Com informações de Dow Jones Newswires.