De acordo com o ministro, os meios de comunicação deixaram de ser um espaço em que são demonstradas as propostas dos candidatos para darem lugar a “embates pessoais” , que os eleitores acompanham tanto nas propagandas eleitorais oficiais quanto nas redes sociais.
“ Nós temos que fazer com que a política volte a discutir política, e esse é um grande desafio, eu penso não só no Brasil, mas para grande parte do mundo democrático” , declarou.
Toffoli argumentou que, como as propagandas eleitorais obrigatórias são pagas pela população, já que as emissoras recebem o abatimento de imposto para exibir o conteúdo, não faz sentido que o tempo seja usado para proferir ofensas: “Não pode ser pago pelo cidadão brasileiro para ouvir ofensas entre candidatos” .
Não é a 1ª vez que Toffoli menciona o assunto. Na 5ª feira (22.out), durante uma sessão plenária do TSE, o ministro chamou de “vergonhosas” as campanhas focadas em associar adversários a ligações com o crime organizado.

