O que a fábrica indica é o básico: troca de óleo do motor, do filtro de óleo e do filtro de combustível, pois o filtro de ar do motor é substituído a cada 30.000 km no caso do motor três cilindros 1.0 turbo (o quatro cilindros 1.3 turbo troca a cada 20.000 km). Isso custa R$ 766. Ainda pedimos alinhamento e balanceamento (R$ 150) e troca do filtro do ar-condicionado (R$ 80). No total, R$ 996.
Desta vez a concessionária Fiat usou apenas filtros genuínos Leonardo Barboza/Quatro Rodas
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A Fiat Modena ofereceu primeiro, porém, sua “revisão recomendada” de R$ 1.996, que inclui a revisão básica, alinhamento, lubrificação de portas e janelas, limpeza dos freios, descontaminação do ar-condicionado, aditivo de combustível, flush antes da troca de óleo para “descontaminar o motor” e até um aditivo para o óleo do motor com a promessa de proteger as partes móveis do motor por um ano. Variações do serviço com menos itens custariam R$ 1.736 e R$ 1.197.
Vale esclarecer que o manual do Pulse não preconiza nenhum tipo de aditivo, mas é categórico apenas ao proibir o uso de aditivos para combustíveis diferentes de álcool e gasolina, e aditivos para o fluido do câmbio.
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Procurada, a Fiat disse que “ Os itens mencionados (descarbonização do sistema de injeção, limpeza do sistema de lubrificação do motor/flush e tratamento antidesgaste do motor) não integram o escopo padrão das revisões programadas. No entanto, a concessionária possui autonomia para oferecer serviços complementares com base na avaliação técnica do veículo e nas condições de uso identificadas, cabendo ao cliente decidir sobre sua contratação mediante aprovação prévia de orçamento. A eventual recomendação de serviços adicionais pela rede tem por objetivo solucionar potenciais inconvenientes identificados e preservar o regular funcionamento do veículo”.
A fabricante também lembrou que a realização das revisões não está condicionada à contratação destes serviços ofertados pela concessionária e que quaisquer dúvidas dos consumidores podem ser sanadas por meio do seu serviço de atendimento ao consumidor.
<span class="hidden">–</span> Leonardo Barboza/Quatro Rodas
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A concessionária preferiu ir além do que a Fiat pede, mas não se atentou que a fabricante indica a troca do fluido de freio a cada 40.000 km ou 24 meses, e nem sequer ofereceu este serviço. O que a Modena fez de diferente foi oferecer um Uber para qualquer ponto de Taubaté, mas dispensamos.
O carro ficou pronto em menos de cinco horas e, na entrega, indicaram tudo que foi feito, inclusive que calibraram todos os pneus e estepe, que passaram o scanner em busca de erros eletrônicos e que testaram as baterias. Também deram uma ducha no Pulse como cortesia.
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Quando verificamos o serviço, vimos que todos os itens substituídos são genuínos, que alinhamento e balanceamento foram feitos, mas o rodízio não inverteu o lado dos pneus dianteiros, ao contrário do que prevê o manual. A concessionária se esforçou, mas não gabaritou o serviço.
Fiat Pulse – 42.509 km
Impetus T200 Hybrid
três cilindros 1.0 turbo, diant., transv., 999 cm³, 12V, 130/125 cv a 5.750 rpm, 20,4 kgfm a 1.750 rpm
automático, CVT, 7 marchas, tração dianteira
R$ 1.425 (Perfil Quatro Rodas)
Até 100.000 km: R$ 8.622
Gastos no mês:
Combustível: R$ 2.436
Revisão: R$ 996
No mês: 11,5 km/l com 49,7% de rodagem na cidade
Desde dez/24: 12,1 km/l com 45,1% de rodagem na cidade
Combustível: flex (gasolina)

