“Vamos juntos relembrar alguns cuidados que devemos ter no domingo. O 1º deles é checar o local de votação. Apesar de termos um número muito pequeno de alterações, não custa verificar essa informação antes de sair de casa”, disse.

Nunes Marques também reforçou orientações para o dia da votação . Entre elas, a proibição de levar celulares e outros aparelhos eletrônicos à cabine eleitoral, para preservar o sigilo do voto, e o cuidado com mensagens sensacionalistas ou acusações contra candidatos e a Justiça Eleitoral.

O ministro lembrou ainda que eleitores que não votaram no 1º turno podem participar do 2º turno. A Justiça Eleitoral estará mobilizada em todo o país para garantir a votação.

Durante o pronunciamento, ele incentivou as pessoas a irem votar e declarou que a “celebração da democracia” só faz sentido com a participação de todos.

“O voto é a melhor expressão dos direitos e deveres inerentes à cidadania. Ao exercê-lo, demonstramos nossa disposição concreta de agir em favor do nosso país, dos valores que nos são caros e das crenças que carregamos. É por isso que se trata de direito pessoal e intransferível”, declarou.

TSE É ALVO DE CRÍTICAS

A Justiça Eleitoral foi alvo de críticas nas redes sociais depois de mudanças nos locais de votação entre o 1º e o 2º turnos. Segundo o TSE, as alterações são de responsabilidade das zonas eleitorais.

No segundo turno de 2026, houve mudanças em 100 locais de votação e 361 seções eleitorais.

A consulta pode ser feita no site do TSE, nos portais dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais), pelo aplicativo e-Título ou pelo assistente virtual ChatVote.

O próprio Kassio Nunes Marques, indicado por Jair Bolsonaro (PL) ao Supremo Tribunal Eleitoral, também é alvo de críticas por decisões que, segundo opositores, podem favorecer Flávio Bolsonaro (PL) em detrimento de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Entre os casos estão a suspensão do canal de WhatsApp “Exército de Lula” e de uma pesquisa da Atlas Intel sobre Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro. A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia chegou a pedir a suspeição do ministro por suposta parcialidade.