O chefe da autoridade monetária foi questionado sobre especulações que o indicavam como possível substituto na equipe econômica. Atribuiu os rumores a comentários de agentes do mercado. “Não existe eu estar sendo cotado, nada disso relativo à Fazenda. O que as matérias fizeram foi fazer algumas perguntas e algumas pessoas de mercado comentaram o meu nome”, declarou.

O presidente do BC afirmou ainda gostar do cargo que ocupa: “Para quem é economista, não existe emprego mais legal do que o que eu estou. Adoro o meu emprego, apesar dos desafios. Meu mandato vai até o final de 2028” . Perguntado se deixaria o posto caso recebesse um convite formal do Palácio do Planalto, repetiu: “Meu mandato vai até o final de 2028”.

Galípolo também tratou das vagas na Diretoria Colegiada do BC. Disse que a escolha dos nomes e o momento de enviá-los ao Senado Federal para aprovação são prerrogativas exclusivas do presidente da República.

O presidente do BC não respondeu a perguntas sobre o resultado das eleições, os parâmetros para intervenção no câmbio e o que se decidirá na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). Segundo ele, a equipe não comenta tais eventos, seja ao todo ou antecipadamente.