As alegações, divulgadas sem apresentação de provas, contrariam com a postura do PL, partido de Flávio, e com a confirmação do resultado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

No documento, Flávio agradece a líderes internacionais e afirma que está em território norte-americano.

O parlamentar ataca o Judiciário e alega a existência de um "regime de exceção" e "perseguição política" contra a sua família, negando que sua saída represente uma fuga e comparando sua ida ao exterior a episódios de exílio político de figuras históricas.

Ataques ao sistema eleitoral e contestação do resultado

Agora no g1

No documento, o senador argumenta que teria ocorrido uma "impossibilidade matemática" na votação e contesta decisões tomadas pela Justiça, especialmente ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante a votação.

O ministro determinou a extensão do horário de votação após pedidos de prorrogação em virtude de problemas no transporte público de eleitores e condições climáticas.

Flávio, no documento, defende a cassação da chapa eleita, de Lula e Geraldo Alckmin, e diz que liderará a oposição a partir dos Estados Unidos.

"Quero dizer, não só para os meus 60 milhões de eleitores, mas para o povo brasileiro, que eu sou o presidente eleito e os criminosos que roubaram a eleição do Brasil são parte de uma organização criminosa que implementou uma tirania", escreveu o senador no texto.

Flávio Bolsonaro desembarca nos EUA

Eva Marie Uzcategui/Reuters