O dirigente sinalizou disposição para uma aproximação e disse que “não descarta” ser ministro no governo Lula 4. No entanto, cobrou uma mudança de postura do petista.

“Lula precisa ter uma postura para unir o país e aumentar o apoio, algo que não conseguiu no 3º mandato. É claro que ele não pode deixar de honrar todos os compromissos sociais, foi eleito para isso” , afirmou o presidente do PSD.

Segundo Kassab, um dos critérios para a aproximação do PSD com o governo Lula é a mudança em políticas econômicas, visando o “equilíbrio fiscal” .

“Vai precisar ter à frente da economia gente como Antonio Palocci e Henrique Meirelles no primeiro mandato que traga tranquilidade e equilíbrio fiscal. Se medidas econômicas forem adotadas, estaremos mais próximos, sim. Aí poderemos ter uma relação mais profunda. Por isso que eu digo que o governo precisa sinalizar para o centro” , declarou.

Além disso, o dirigente do PSD avaliou que a derrota do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi causada por sua própria campanha. Kassab afirmou ainda que não enxerga condições para que um integrante da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) dispute a eleição de 2030.