O calorão costuma ser o primeiro sintoma lembrado quando o assunto é menopausa. Mas, para muitas mulheres, as mudanças aparecem de outras formas: noites mal dormidas, dificuldade de concentração, alterações no desejo sexual e uma disposição que já não acompanha a rotina. Sem reconhecer essa relação, algumas seguem atribuindo tudo ao estresse ou ao excesso de responsabilidades.
A transição para a menopausa pode afetar o bem-estar físico, emocional e social. Os sintomas e sua intensidade variam de uma mulher para outra, o que torna importante compreender a experiência individual e investigar o que está interferindo na qualidade de vida.
As mudanças podem começar antes da última menstruação
A menopausa é confirmada após 12 meses consecutivos sem menstruar, quando não há outra causa para essa ausência. Antes disso, a perimenopausa pode trazer oscilações hormonais, irregularidade no ciclo e sintomas que nem sempre são identificados como parte dessa transição.
Alterações de humor, ansiedade, dificuldades de memória e concentração estão entre as manifestações possíveis. Como essas queixas também podem ter outras causas, o acompanhamento ajuda a entender o quadro sem atribuir automaticamente todo desconforto aos hormônios.
Um cuidado que começa pela escuta
Na Solle Saúde, a longevidade feminina é acompanhada por uma equipe multidisciplinar. A proposta é conectar avaliação médica, acompanhamento nutricional e outros cuidados indicados a partir das necessidades de cada paciente.
Uma mulher que procura atendimento por cansaço, por exemplo, pode precisar conversar também sobre alimentação, sono, rotina e saúde emocional. Reunir essas informações permite definir prioridades e construir um plano de cuidado que possa ser acompanhado e ajustado ao longo do tempo.
“Quando uma mulher diz que não se reconhece mais no próprio corpo ou que perdeu a disposição, precisamos acolher e investigar essa queixa. O cuidado com a longevidade feminina envolve olhar para o sono, a alimentação, a sexualidade, a saúde emocional e as mudanças hormonais. A equipe multidisciplinar ajuda a conectar essas necessidades”, explica Priscilla Sartori, CRF: 53718, que atua no cuidado da longevidade feminina na Solle Saúde.
Libido e autoestima também entram nessa conversa
Ressecamento vaginal, desconforto nas relações e mudanças no desejo sexual podem aparecer nessa fase. A sexualidade também é influenciada por fatores como estresse, medicamentos, sono e relacionamento. Por isso, falar sobre essas questões durante a consulta abre espaço para avaliar as causas e as possibilidades de tratamento.
Perceber mudanças na intimidade e na aparência pode afetar a confiança e a relação com o próprio corpo. No atendimento, essas experiências merecem espaço, sem constrangimento. O objetivo é compreender o que incomoda aquela mulher e quais aspectos ela deseja cuidar.
Nutrição e necessidades de reposição merecem avaliação
A atenção à alimentação também faz parte do cuidado nessa etapa. Cálcio e vitamina D são importantes para a saúde óssea, e as recomendações de ingestão de cálcio aumentam para mulheres a partir dos 51 anos. Isso reforça a necessidade de avaliar se a alimentação está atendendo às demandas individuais.
Na Solle, o acompanhamento nutricional integra essa avaliação, considerando hábitos, dificuldades da rotina e necessidades específicas. Quando indicada, a investigação de deficiências pode orientar a reposição de vitaminas e minerais, com acompanhamento profissional.
A suplementação deve responder a uma necessidade identificada. Ela compõe o plano de cuidado quando apropriada, junto da alimentação e das demais condutas definidas pela equipe.
Metabolismo, músculos e saúde ao longo dos anos
As mudanças na composição corporal também merecem atenção. A redução do estrogênio pode favorecer o acúmulo de gordura abdominal, enquanto envelhecimento, perda de massa muscular, sono e nível de atividade física participam das alterações de peso.
Por isso, acompanhar a saúde nessa fase envolve mais do que observar a balança. Preservar força, avaliar a saúde metabólica e construir hábitos sustentáveis são aspectos relevantes para a autonomia e o bem-estar nos próximos anos.
O tratamento dos sintomas pode incluir medidas hormonais ou não hormonais, conforme histórico clínico, preferências e avaliação individual de benefícios e riscos. Não existe uma única conduta adequada para todas as mulheres.
A menopausa também pode abrir espaço para recomeços
Retomar projetos, rever prioridades ou reservar mais tempo para si são possibilidades que podem acompanhar essa etapa. Cada mulher tem seu ritmo, e o cuidado deve respeitar tanto suas dificuldades quanto seus objetivos.
Em Santos, a Solle Saúde reúne diferentes profissionais para apoiar esse percurso. Com avaliação e acompanhamento multidisciplinar, a clínica conecta o cuidado dos sintomas à alimentação, à saúde emocional e à construção da longevidade feminina.
Clínica Solle Saúde Santos/SP
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Responsável técnica: Dra. Daniella Shigeeda – CRM 234188
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