Enquanto muitos artistas encaram as novas tecnologias com ceticismo ou temor, como medo de perder receita ou relevância, o músico de 77 anos vê com bons olhos a IA e defende que o momento exige apenas adaptação imediata.
Em declarações recentes ao canal do programa NewsNation sobre o impacto da ferramenta na cultura e no entretenimento, o vocalista e baixista do Kiss foi direto ao ponto: para ele, recusar o avanço tecnológico é inútil, pois “o futuro já chegou” .
Ele alertou (transcrição via Far Out Magazine ):
“Você precisa aprender a usá-la; caso contrário, ela usará você.”
Gene Simmons, vocalista e baixista do Kiss, em 2023 – Foto: Kevin Mazur / Getty Images
Gene Simmons e os projetos recentes do Kiss
A visão de Gene Simmons encontra respaldo nas próprias iniciativas recentes do Kiss, que encerrou sua era de shows presenciais em 2023 abrindo espaço para avatares virtuais e experiências imersivas desenvolvidas em parceria com empresas de inovação.
Para ele, o que se vê hoje no horizonte digital — como os avatares gerados por computação — é apenas o começo de uma nova revolução. Simmons, no entanto, enfatizou a necessidade de proteger os direitos criativos e garantir que a indústria continue rentável para profissionais da música.
Especificamente sobre o lucro que grandes emissoras de rádio obtêm com música, Simmons sugere:
“Que tal compartilhar isso com os artistas que tornam a sua transmissão possível?”
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