A imagem se refere às eleições de meio de mandato, terça-feira (3), em que os democratas conquistaram a maioria da Câmara dos Representantes no Senado.

Para a revista, o resultado foi “uma reprimenda decisiva a um presidente cuja condução da economia, alta dos preços e a guerra com o Irã alimentaram um descontentamento generalizado, e que passou os últimos dias da campanha divagando sobre a anatomia de candidatos desprezando as preocupações dos americanos com o próprio bolso”.

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A reportagem de capa da edição de 23 de novembro ouviu mais de duas dezenas de líderes estrategistas e parlamentares democratas sobre como o partido pretende usar a nova maioria. Com o controle das duas Casas a partir de janeiro, os democratas passam a decidir o que vai ser votado no Congresso.

A oposição também poderá barrar projetos da Casa Branca e ampliar as investigações sobre o governo nos últimos anos do mandato de Trump. Cabe ao Senado, por exemplo, aprovar as indicações presidenciais para ministérios, embaixadas e tribunais federais.

Com o controle das duas Casas a partir de janeiro, o partido soma, ao menos, 54 cadeiras no Senado, vencendo em estados como Iowa, Kansas, Ohio, Texas, Maine, Carolina do Norte e Carolina do Sul.

Na Câmara, as projeções das redes americanas apontam que o partido superou as 218 cadeiras necessárias para a maioria.

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