A companhia dona dos supermercados Pão de Açúcar e que há anos tenta reverter uma queda em seus resultados, teve lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 482 milhões de julho a setembro, alta de 17% sobre um ano antes.
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“O desempenho comercial do trimestre ainda refletiu um ambiente de consumo desafiador, caracterizado pela pressão sobre o poder de compra e pelo elevado endividamento das famílias”, afirmou o presidente-executivo do GPA, Alexandre Santoro, no balanço.
O executivo citou ainda que o “prolongamento do processo de homologação da recuperação extrajudicial continuou impactando a disponibilidade de produtos e a dinâmica comercial com fornecedores”.
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“Embora os níveis de ruptura tenham apresentado melhora em relação ao segundo trimestre , permaneceram acima dos patamares observados no início do ano”, disse Santoro, se referindo a falta de produto no ponto de venda no momento em que o consumidor tenta comprá-lo.
A receita líquida do GPA somou no trimestre R$ 4,12 bilhões, queda de 9,6% na comparação com um ano antes, com a venda em mesmas lojas recuando 1,4%.
Mas a margem bruta cresceu 3,1 pontos percentuais, para 30,7%.

