Os encontros, realizados por meio do Departamento de Educação Inclusiva (DEIN) , da Secretaria Municipal de Educação, abordaram o desenvolvimento infantil, o Transtorno do Espectro Autista (TEA), a Deficiência Intelectual (DI) e as possibilidades de construir práticas pedagógicas que considerem as necessidades individuais dos estudantes.

Da Educação Infantil ao Ensino Fundamental

A primeira formação, intitulada “Olhares que potencializam – Desenvolvimento Infantil e o Papel da Escola” , foi direcionada aos coordenadores pedagógicos da Educação Infantil I e II.

A psicóloga Amanda Cristina Barbosa Vanderlei e a fonoaudióloga Natalia Freitas de Alexandria, ambas da APAE de Jundiaí, conduziram as discussões sobre o desenvolvimento das crianças e o papel da escola na identificação e no acompanhamento de suas necessidades.

Já os coordenadores pedagógicos do Ensino Fundamental participaram do encontro “Uma Sala, Muitos Jeitos de Aprender – Transtorno do Espectro Autista, Deficiência Intelectual e Práticas Inclusivas na Sala Regular” .

A formação foi ministrada pela fonoaudióloga Natalia Freitas de Alexandria, pela psicopedagoga Ana Carolina Musseli Bergo e pela psicóloga Prisciliane Carolina da Cruz Melo.

Entre os assuntos trabalhados estiveram os sinais de alerta relacionados ao desenvolvimento infantil, as estratégias pedagógicas acessíveis e as diferentes possibilidades de atuação das equipes escolares.

Inclusão escolar também passa pela formação dos educadores

Para Juscilei dos Santos Pimentel, coordenadora de Educação, o compartilhamento de conhecimentos entre os profissionais da APAE e da rede municipal contribui para aproximar as orientações técnicas das situações vivenciadas nas escolas.

“Quando ampliamos o conhecimento sobre o desenvolvimento infantil e as diferentes formas de aprender, também ampliamos as possibilidades de acolher, identificar necessidades e construir estratégias que favoreçam a participação de todos os estudantes”, explicou.

A supervisora do Departamento de Educação Inclusiva, Silmara Prado, também destacou a importância da parceria e da troca de experiências entre as instituições.

“A formação amplia esse diálogo e oferece subsídios importantes para que as equipes escolares desenvolvam práticas inclusivas no dia a dia”, afirmou.

As atividades também buscaram incentivar o planejamento colaborativo entre a APAE de Jundiaí e a Rede Municipal de Ensino, com atenção às diferentes necessidades de desenvolvimento e aprendizagem dos estudantes.