Por volta das 16h51 (em Brasília), o Bitcoin recuava 0,78%, a US$ 75.653,21, enquanto o Ethereum caía 1,3%, a US$ 2.230,52, de acordo com a plataforma Coinbase. Na semana, as moedas recuaram 1,6% e 0,3%, respectivamente.
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A primeira criptomoeda oscilou e chegou a recuar em US$ 74.760,10 – o valor mais baixo em cerca de um mês, de acordo com o gráfico da Coinbase –, mas se recuperou e voltou a operar acima de US$ 75 mil. A melhora no humor no mercado de ações americano não foi suficiente para também impulsionar uma recuperação do bitcoin .
Os dados do relatório do payroll mostraram a criação de 165 mil empregos em outubro nos Estados Unidos, bem acima do esperado. Para a Fitch, a aparente resiliência do mercado de trabalho americano mantém o Fed (Federal Reserve) focado na inflação e “impulsiona o debate em direção a um aumento da taxa de juros em dezembro”.
Já o Stifel Economics afirma que os resultados “levantam questionamentos” sobre a decisão do BC americano de não ter elevado as taxas já em outubro e reforçam a “necessidade de o Fed agir o quanto antes para restabelecer a estabilidade de preços”.
De acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group, as chances de aperto monetário no último mês do ano são de cerca de 79%.
Os números também deram impulso ao dólar, deixando o bitcoin mais caro para compradores internacionais.
Segundo dados da SoSoValue, os ETFs (Exchange Traded Fund) ligados ao bitcoin registraram fluxo negativo de mais de US$ 430 milhões na quinta-feira, enquanto as liquidações das criptomoedas aceleraram nas últimas 24 horas, segundo números da Coinglass.
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*Com informações de Dow Jones Newswires.
