O guitarrista The Edge declarou apoio a Macklemore por suas manifestações políticas, mas também ponderou que Sheeran não deveria ser responsabilizado pela decisão. “ Apoiamos totalmente o direito de Macklemore , como artista, de dizer o que quis dizer ”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “ Não acho que Ed deva ser vilanizado ”.
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O baterista Larry Mullen Jr. também comentou o episódio e ressaltou que o posicionamento político é uma escolha individual. “ Os artistas podem escolher se querem ser politicamente ativos ou não. É um direito humano ”, declarou.
The Edge reforçou ainda que a banda continuará defendendo o direito de artistas se manifestarem, desde que não haja incentivo à violência. “ Nenhum bilionário, empresário ou proprietário tem o direito de censurar ninguém. E certamente nunca vão nos censurar ”, afirmou.
A controvérsia começou em setembro, quando Macklemore foi retirado da turnê Loop Tour , de Ed Sheeran . Durante duas apresentações no MetLife Stadium, em Nova Jersey, o rapper pediu proteção aos palestinos na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, declarou “Free Palestine” e apresentou a música de protesto Hind’s Hall .
As manifestações provocaram críticas do Conselho Israelense-Americano e do bilionário Robert Kraft , proprietário do New England Patriots e do Gillette Stadium, que se opuseram à participação do rapper nos shows seguintes de Sheeran . Após a decisão de retirá-lo da turnê, integrantes da banda de apoio do cantor e outros artistas convidados, como Finneas , Lukas Graham e Beoga , também deixaram as apresentações em solidariedade a Macklemore .
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O post U2 defende Macklemore após rapper ser retirado de turnê de Ed Sheeran: ‘Ninguém tem o direito de censurar’ apareceu primeiro em Rolling Stone Brasil .

