Essas curiosidades fazem parte do novo episódio do projeto “Descobrindo o Centro” , da Associação Comercial Empresarial (ACE) de Jundiaí, que apresenta diferentes momentos da história da rua e suas transformações ao longo dos anos.
De caminho entre bairros a passagem do bonde
No século 19, a atual rua Zacharias de Góes era apenas um caminho que conectava o Centro à Vila Arens. Na época, era conhecida como Príncipe do Grão-Pará. Com o crescimento de Jundiaí, o trajeto ganhou características de rua e passou a receber o nome de Adolpho Gordo.
A via também fez parte do percurso do antigo bonde de tração animal. O transporte saía da Estação Ferroviária, na Vila Arens, atravessava a Ponte Torta e seguia em direção ao Centro da cidade.
Outro capítulo da história do local envolve as chamadas casas de tolerância. Segundo o conteúdo apresentado pelo projeto da ACE, esses estabelecimentos ligados à prostituição funcionavam na região durante a primeira metade do século 20, dividindo espaço com residências familiares.
Quem foi Zacharias de Góes?
A denominação atual da rua foi oficializada em 1937, dois anos após a morte de Zacharias de Góes, personalidade que teve participação na comunidade jundiaiense entre o final do século 19 e o início do século 20.
Considerado o primeiro farmacêutico de Jundiaí, Zacharias recebeu a homenagem que permanece no endereço até os dias atuais.
Com o passar das décadas, a rua continuou se transformando. Atualmente, construções residenciais, algumas ainda com características arquitetônicas antigas, convivem com estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços.
O episódio completo do projeto “Descobrindo o Centro” , que apresenta essas e outras informações sobre a rua Zacharias de Góes, pode ser assistido no YouTube da ACE Jundiaí.
