O delegado de Goianésia, na região central de Goiás, Marco Antônio Maia, relembrou a preocupação quando recebeu o diagnóstico de síndrome de Down da filha em uma postagem que comemorava os 2 anos de vida da menina. Marco admitiu que ficou triste e preocupado com o futuro. "O primeiro preconceito que precisamos superar é o nosso. Não era falta de amor. Era medo do desconhecido", escreveu.

Ainda de acordo com o delegado, a filha Maria Rita foi diagnosticada com trissomia do cromossomo 21 (T21) ainda na gestação. Ele declarou que, com o passar do tempo, percebeu que havia sofrido mais pelo que imaginou do que com a realidade que viveria com a pequena.

✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp

O delegado explicou que acompanhou as terapias e superações da menina e disse que chegou a se sentir inspirado pela força da filha.

"Minha pequena guerreira! Sua rotina de terapias, estímulos e desafios me ensina todos os dias sobre determinação, paciência e amor. Cada conquista, por menor que pareça aos olhos dos outros, é uma imensa vitória para nós", descreveu Marco.

Ao g1, Marco Antônio contou que, além de Maria Rita, tem outras três filhas: Valentina, Gabriella e Marcella, de 12, 8 e 5 anos, respectivamente. Ele e a esposa, Aline Lobo, estão casados há 16 anos.

Marco Antônio e Aline tem quatro filhas.

Arquivo Pessoal/Marco Antônio

Ainda na publicação, Marco falou que espera que a filha seja feliz, respeitada e amada. Marco explicou que tinha a missão de ajudar a menina a vencer todas as adversidades, mas admitiu que é ele quem tem aprendido com ela.

"Eu achava que minha missão seria ensinar você a enfrentar o mundo. Mas foi você quem me ensinou a enxergá-lo de outra maneira. Papai te ama infinitamente", concluiu.

VÍDEOS: últimas notícias de Goiás